Vigilantes patrimoniais e seguranças podem usar de força letal?

Vigilantes patrimoniais

O uso da força se tornou um tema amplo na indústria de vigilantes patrimoniais. Empresas de vigilância e segurança pessoal têm buscado sempre determinar um padrão para a indústria.

Embora existam normas que regem horas de formação e treinamento, ainda há muito a ser dito quando se trata de determinar quando usar ou não a força. Isto é especialmente verdadeiro em situações mais perigosas, pois há muito mais em jogo.

Para esclarecer melhor esse tema, nesse post vamos tratar sobre a lei da detenção de um suspeito, o uso de força e o impacto que uma formação adequada tem sobre guardas armados e desarmados. Acompanhe!

Aspectos jurídicos da detenção de um suspeito

Apesar de toda a controvérsia sobre se um vigilante pode ou não deter um suspeito, isso é legal. Basta observarmos que o oficial de segurança deve ter uma causa provável para tal.

Neste caso, a causa provável é entendida como tendo testemunhado, ou tendo fortes razões para crer que alguém foi vitimado. Já algemar, a realização de interrogatório ou revistas não cabe aos vigilantes, somente a polícia.

No caso de detenção especificamente, o vigilante pode fazer com que a pessoa permaneça no local até a chegada das autoridades policiais ou familiares, dependendo da situação. Porém, não é permitido que a pessoa seja confinada em uma sala reservada.

O uso de força contínua

O uso de força contínua é uma política que descreve como vigilantes patrimoniais, policiais e outros profissionais de aplicação da lei devem agir na gestão de um cenário perigoso. Um padrão de uso de força contínua segue, em algumas situações, a seguinte ordem:

  • Comandos verbais (não-físico, nenhuma força)
  • Controle com as mãos (sem arma, pode ocorrer força física)
  • Armas não letais (cassetetes, tasers)
  • Força letal (inclui armas, bombas de gás, etc.)

Com esse roteiro bem estabelecido e esclarecido, fica mais fácil dos seguranças e vigilantes terem um norte a mais sobre como agir em determinadas situações de perigo e urgência.

A importância da formação adequada

Não é nenhuma surpresa que uma formação adequada é vital quando se trata de compreender quando usar ou não a força, entre seguranças ou vigilantes patrimoniais.

No passado, as normas de segurança foram julgadas como tolerantes quando se tratava de preparar os guardas para o trabalho. Por esse motivo, no Brasil, segundo Portaria da PF 3.233/12, para uma pessoa se tornar um vigilante, precisa passar por cursos de formação de pelo menos 200 horas/aula. Isso auxilia que empresas possam ter maior confiança nos profissionais que estão contratando, além de garantir uma maior segurança para o local.

Para garantir uma maior tranquilidade e conforto durante a contratação de bons profissionais, como vigilantes patrimoniais e seguranças pessoais, busque sempre optar por boas empresas de segurança que tem critérios rígidos na contração da sua equipe e seja referência no mercado em que atua como é o exemplo da Globalseg.

Esperamos que você tenha gostado do nosso post e que essas informações possam tê-lo ajudado a compreender mais sobre esses serviços.

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