Segurança privada x segurança pública: Pode haver integração?

segurança privada x segurança pública pode haver integração

Entre a segurança privada e a segurança pública, não só pode haver integração como deve.

Primeiramente, vamos falar sobre os conceitos de segurança privada e segurança pública:

A segurança privada é composta por atividades que possuem o objetivo de proteger de forma preventiva empresas, estabelecimentos e pessoas em uma determinada área.

A segurança pública é tratada como um direito fundamental do cidadão e é de competência dos governos federal, estadual e municipal. Seu objetivo é garantir a segurança de pessoas e de bens presentes em todo o território nacional.

Vale lembrar que a segurança privada é regulamentada pela Polícia Federal e atua com acompanhamento da mesma, que fiscaliza e passa orientações para garantir um trabalho sério e de qualidade.

Contribuição para investigações

Durante a investigação de crimes, são necessárias provas que os comprovem. Competência essa que cabe à polícia civil.

Se necessário, imagens de câmeras de segurança serão utilizadas para contribuição na investigação. Nesse caso, empresas de segurança privada podem ter uma grande contribuição, fornecendo-as.

Vigilantes também podem contribuir servindo como testemunhas, já que estão sempre alertas e prontos para quaisquer imprevistos.

Caso a ocorrência ocorra dentro das áreas delimitadas para a atuação da segurança privada, a polícia militar e o vigilante podem agir em parceria, dificultando ainda mais a ação criminosa.

Inibição de criminosos

De forma preventiva, estratégias e tecnologias da segurança privada podem contribuir com eficácia para a inibição dos criminosos nas redondezas do local protegido. Portanto, esses criminosos pensarão duas vezes antes de praticar algum crime naquele local.

Mais dedicação da segurança pública a interesses públicos

Com a segurança privada promovendo a segurança e tornando um local com menor índice de ocorrências, as instituições da segurança pública podem utilizar seus efetivos em maior número para atuarem de forma mais eficaz em locais que demandam mais atenção.

Isso serve também para grandes eventos. Tanto na Copa do Mundo de 2014, quanto nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, a segurança dentro das arenas eram feitas pela segurança privada, que atuava em parceria com a segurança pública em caso de crimes ocorridos ou ameaças graves. Isso colaborou para que a segurança pública atuasse com foco maior em áreas públicas, onde os jogos eram transmitidos, pontos turísticos, pontos de apoio, áreas de risco, entre outros.

A iniciativa deu tão certo que, mesmo após o encerramento dos eventos esportivos citados, as arenas continuaram utilizando a segurança privada em jogos e outros eventos, diminuindo grande parte do efetivo utilizado pela segurança pública.

Deixe seu comentário a baixo e compartilhe nas redes sociais. Não se esqueça também de cadastrar para receber nosso conteúdo.



Comente via Facebook

Compartilhe: